domingo, 22 de abril de 2012

Série 5000

Unidade 5055 em Itapevi
Por Diego Silva
Imagens: Coleção particular

Caros leitores, bom dia! Começando mais uma história para vocês, ainda comemorando a classificação no concurso de maquinista. Após tanta espera, o primeiro passo foi dado! Bom, hoje falaremos sobre os trens franceses da série 5000. Os gigantes da Linha 8-Diamante tem uma história extensa em São Paulo, mas assim como as demais frotas mais antigas, estão com os dias contados por aqui. Então, vamos começar:

Carro motor em fabricação

Trens no pátio da Cobrasma
Como contado na postagem anterior, sobre os famosos Toshibas, o serviço de passageiros exigia cada vez mais oferta de lugares. Ciente disso, a então Fepasa preparou a compra de 50 unidades de 6 carros, baseadas em aço inox, para melhorar a oferta do serviço prestado na época. O contrato foi firmado juntamente com a francesa Francorail e sua representante brasileira, a Cobrasma. Assim, começa a história dos trens franceses UI 9000 (unidade inox, série 9000, antiga forma de numeração da Fepasa). Um trem que foi exclusivamente projetado para circular na principal linha da Fepasa.

UI 9000 da Fepasa, ainda na França. Notem as janelas lacradas.
As primeiras unidades dos trens franceses chegaram ao Brasil em 1977. O lote francês contempla 20 unidades, que já vieram montados e prontos para operação. Os trens restantes foram construídos na fábrica da Cobrasma, localizada em Osasco. Uma imagem bastante curiosa que foi descoberta há tempos atrás mostra uma unidade em testes na estação de Rincão, que pertencia a então EFSJ (Estrada de Ferro Santos a Jundiaí).

Francorail na estação de Rincão, território da EFSJ, realizando testes
Com isso, a entrega dos primeiros vinte trens ocorreu no aniversário da cidade de São Paulo. A Fepasa fez um marketing na época, para promover a entrega de seus novos trens. Uma das propagandas, veiculadas no jornal 'O Estado de São Paulo', pode ser vista abaixo:


Propaganda da Fepasa, veiculada em revista
Matéria da revista Veja, sobre os novos trens da Fepasa
Desembarque de passageiros na estação Júlio Prestes
Já em 1980, todos os trens estavam em circulação pela linha principal da Fepasa, ligando Júlio Prestes à Itapevi. O serviço era um dos mais bem avaliados pela população paulista, pois a Fepasa sempre foi lembrada pela consideração que tinha com seus clientes. Mas a vida desses trens da então frota 9000 não foi das mais fáceis. Alguns acidentes, eu diria, inexplicáveis, aconteceram. Um deles, foi justamente em 1980, quando uma composição avançou um sinal e colidiu com outra, nas proximidades da estação Barra Funda. O resultado: 

Acidente em Barra Funda, 29/12/1980.
Dessa década para frente, acidentes envolvendo esses trens passaram a ser um pouco comuns. Grande parte deles estão marcados por conta das passagens de nível, encontradas ao longo do trecho. Podemos citar como exemplo, as passagens de nível em Quitaúna e Engenheiro Cardoso. Um problema para os usuários sempre foi a ventilação dos carros, nunca privilegiada. A princípio, a Fepasa iria instalar ar-condicionado nessa frota, mas uma mudança no projeto fez com que alguns trens viessem com janelas lacradas. Após algum tempo, foi possível ver algumas composições dessa série atendendo escalas no então ramal de Jurubatuba (atual Linha 9-Esmeralda). No ramal, as composições rodavam com seis carros. (na linha principal, rodavam com seus atuais 12 carros, sendo por alguns anos, o maior trem metropolitano em operação do mundo, estando presente até mesmo no Guiness Book).

UI 9000 na estação Luz - Atendia trecho entre Luz e Carapicuíba
Durante muito tempo, achavam que se tratava de uma lenda a Fepasa na estação Luz
Nesse tempo, a Fepasa começou uma alteração em seu patrimônio de material rodante. Com isso, os então UI 9000 passaram a ser UI 5000. Similarmente nessa época, foi possível ver algumas unidades da série 5000 estacionados na estação Luz: começava ali um serviço expresso da Fepasa, ligando o centro de São Paulo até a cidade de Carapicuíba. Em discussões ferroviárias, muitos achavam que se tratava de uma lenda, mas recentemente, imagens foram disponibilizadas na grande rede, comprovando a presença desses trens na famosa estação. O tempo foi passando, acidentes acontecendo, pouco a pouco a frota 5000 foi se perdendo...

Colisão com caminhão - Acidentes frequentes
Estação Júlio Prestes, com unidade francesa estacionada
Em 1992, nascia a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, incorporando as linhas da CBTU em São Paulo (atuais linhas 7, 10, 11 e 12). Em 1994, a CPTM assume o controle operacional da Fepasa, ou seja, passa a operar os trens das séries 4800 e 5000. Somente em 1996, com a privatização das ferrovias paulistas (e também brasileiras), acaba a história da lendária Fepasa, com a CPTM assumindo o total controle das, agora, linhas B e C. A primeira providência da nova companhia foi recuperar algumas unidades da série 5000, aplicando aos trens, o novo padrão de identificação visual:

Trem série 5000 em Presidente Altino - Novo padrão visual, da nova companhia
De 1996 para cá, caros leitores, a CPTM apenas deu prosseguimento ao serviço dos trens série 5000. Em 1999, algumas poucas unidades receberam revisão geral, ganhando também o novo padrão metropolitano, adotado pelas empresa ainda em 1998. Mas ainda hoje é possível encontrar composições que estão rodando sem ter passado por revisão geral, ou seja, estão rodando desde os tempos de Fepasa sem ter tido qualquer revisão mais aprofundada. Constatamos que algumas composições já estão beirando a marca de 5 milhões de quilometros rodados (a política da Companhia, em tese, seria de realizar revisão geral a cada milhão de quilometros). Uma razão pode ser comprovada: ausência de peças. Como o trem é baseado na França, é muito difícil encontrar peças de reposição para tal frota, sendo necessário baixar algumas composições para realizar o que chamamos de 'canibalismo' (retirar peças de um trem para repor em outro). Nessa história, atualmente temos apenas 13 trens operacionais (ou 26 trens de 6 carros).

Salão de passageiros
Unidade revisada, na estação de Osasco
Em 2010, a CPTM anunciou a compra de 36 novos trens, para substituição dos trens da série 5000. A nova frota, numerada como 'série 8000', possui trens de oito carros com passagem livre entre todos os carros (open gangway), ar-condicionado e tudo o que há de mais moderno no mercado ferroviário internacional. As novas composições já estão em circulação, atendendo escalas na Linha 8-Diamante. Com isso, pelo menos metade da frota operacional 5000 não está circulando. Até 2013, todos os novos trens estarão em operação, encerrando assim, o ciclo da série 5000 em São Paulo.





Correm boatos de que a Supervia estaria interessada nessa frota, uma vez que a CPTM não possui planos de modernizar ou reformar tais trens. Com isso, a empresa carioca poderia adquirir esses trens, dando-lhes uma reforma/modernização, para atendimento de suas linhas. Ainda não temos dados certos sobre esse assunto, mas pessoas do Rio de Janeiro já nos confirmaram a possibilidade disso acontecer. Em São Paulo, funcionários e administradores da CPTM não sabem nada a respeito. Mas, eis que fica contada mais uma história, de um trem magnífico, dotado de muito conforto e estabilidade. Uma pena que está chegando ao fim, pois trata-se de um trem robusto e favorito pelos usuários da Linha 8.


Dados técnicos
Construído por: CCTU (Consórcio Construtor de Trens Unidade, com empresas como Francorail, Brown Boveri, Joerlikon, Cobrasma, entre outras).

Comprimento
Carro motor: 19,8 m
Carro reboque: 19,5m

Peso
Carro motor: 50 t
Carro reboque: 32 t
Carro reboque (R1): 29 t

Passageiros sentados
Carro motor: 56
Carros reboque: 64

Altura
Pantógrafo levantado: 6,5 m
Pantógrafo abaixado: 4,9 m

Largura
Com estribo: 3,300 m
Sem estribo: 3,028m

Controle de Tração: Chopper
Motores: 4, ligados em série (por unidade)


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27 comentários:

  1. Confesso que estou um tanto triste com o fim desta maravilhosa frota de trens uqe os seire 5000, Ma minha visao, o melhor trem que ja andei em minha vida, e olha que ja andei em tidas as frotas. Seu salo de passageiros com assentos dois a dois, sendo assentos muito confortaveis e s amplos, ao contrario dos novos trens da serie 8000, que com a miorias de sues assentos longitudinasi, que sao um aperto absurdo, tanto que prefiro vir em pe, neste trem. Caro Diego,os trem da seire 5000 saoum marco importante na historia das ferroviasde Sao Paulo. E mesmo uma pena o fim deste trem tao queriod pela populacao local, tanto que neste sabado no trecho de volta a Itapevi, nao vi um unico se quer durante a volta. E pela rpimeira vez, em vinte anos. ao embarcar no trem serie 8000, na Barra Funda, tive que vir de pe, tamanho a falta de assentos que este trem Horrivel possui, e sua lotacao e rapida, e o que me da muita saudades dos trens 5000, E espero que a cptm, coloque logo a nova sinalizacao pois com o atual intervalo praticado, considero inviavel uma frota com 8 carros, que desde o inico foi um erro.Parabens pela Materia Diego.

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  2. Os demais leitores que me desculpem, mas o 5000 é o MEU TREM! Eu praticamente nasci em um 5000, pois desde bebê ando nesses trens, há 33 anos.
    Uma vez estive conversando com um maquinista já aposentado e ele me disse que, em testes o 5000 teria alcançado 120km/h. Não sei se é verdade, mas quem sabe...
    Que ele tem um bom desempenho (apesar de lento na arrancada) todos nós sabemos. É facílimo de tracionar, mas tem uma frenagem meio perigosa, pois o freio é de lona e não possui inversor de tração.
    Os velhos trens estão em situação muito precária. Possuem muitos vazamentos de ar, e se ficarem desligados por horas, religar depois é uma tarefa árdua.
    Já foram oficialmente entregues pela CTrens 4 trens-unidade, os famosos "reformados". Estranhamente, apesar da revisão geral em 2009 feita por empresas terceirizadas, eram os piores 5000 da empresa, tanto que foram os primeiros a serem devolvidos.
    Um está estacionado no pátio do Ceasa. Os outros, fracionados na oficina de Altino. Os indícios de irem para o Rio de Janeiro são grandes, mas ninguém tem certeza. Apenas uma verdade temos: o 5000 vai parar mesmo, pelo menos na CPTM, após mais de trinta anos de serviços, destino que provavelmente será seguido pelos 1700, 1100, 1400 e 1600. O 5500 já é carta fora do baralho. Abraços.

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  3. Se bem né, que... Se a SuperVia comprar estas unidades e as modernizar igual o Metrô-SP está fazendo (praticamente só usar a carcaça), com tudo novo, daria um bom trem para os ramais que operam com os trens de 4 carros!

    Nossa já pensou se na época a Fepasa tivesse dado AC pra essas unidades! Que chique hen!

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  4. É um ótimo trem sendo que ele é o mais comprido da CPTM por usar 12 carros e em horarios de pico da conta do recado, a FEPASA não cuidava bem de seus trens sem contar o salão de passageiros bem desgastado sem contar a sujeira e por toda essa quilometragem ela bem que poderia ter feito revisões nessa série mas não fez dai não sei se alguém percebeu que os trens da FEPASA são os primeiros a sairem fóra de circulação primeiro os Toshibas,depois os Eletrocarros e por fim os Fepasões da pra ver que essa FEPASA era o retrato do completo abandono trens sucateados aos montões dai sobrou todo esse pepino pra CPTM resolver.

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    1. Afff da pra ver que você não sabe nada de fepasa,a fepasa não é nada Do que está falando, que absurdo.

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  5. Ola diego.tirei 50 pontos.fikei para uma possivel segunda lista.na foi dessa vez.mais vou acreditar ate o fim.ainda nao desisti.minha vaga esta la me esperando...alias sobre os 5000 axo q deixarao mtas saudades.pois no horario de pico ele faz a limpa nas plataformas das estacoes por onde passa.hj em operacao vejo em media ou 5 a 8 no maximo rodando.alias um detalhe interessante q percebi esses dias.ja faz 1 mes q largaram um 5000 entre ceasa e jaguare.um dos baixados recentemente.uma unidade azul. Prefixo 5017.o restante eskeci.ele esta sem pantografo.ao todo ate agr ja sairam uns 6 ou 7 de operacao.gostaria de saber pra onde vao mandar esses trens para nao atrapalhar a chegada dos 8000s restantes e n fika mto trem concentrado em altino.alias ja sao 13 unidades rodando e outras 2 em testes. (S14 e S15)

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  6. Só uma correção: Rincão não era domínio da EFSJ. Rincão fica na região de Araraquara(Centro Norte Paulista). Rincão era um dos ramais da antiga Companhia Paulista de Estradas de ferro e não EF Santos-Jundiaí. É lamentável este trem acabar. Toda vez em que eu ia passear em São Paulo, adorava passear neles. Não gostei muito destes trens novos! Deve ser porque eu seja saudosista. www.spmaisfm.com

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  7. Uma ótima matéria,mas uma pequena correção, a estação de Rincão pertencia a antiga C.P.E.F. Companhia Paulista de Estradas de Ferro, já sob domínio da fepasa (Ferrovia Paulista S.A.) no período da foto, Rincão nunca pertenceu a E.F.S.J. (Estrada de Ferro Santos à Jundiaí), PARABÉNS por ter passado no concurso!!!

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    1. Obrigado pela correção, Denis! Abraços

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  8. putz... os ultimos trens que ainda carregam algo da fepasa exposto ... eu venderia minha alma para conseguir uma plaquinha daquelas que tem na frente do todo vagão ... só para guardar na memória esse trem e essa companhia ... onde sera que eu consigo uma sem recorrer ao vandalismo ?

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    1. Dificilmente conseguirá alguma peça desses trens. Como patrimônio ativo, não é possível tirar nada desses trens.

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  9. Opinião de carioca: Nunca andei nesses trens, mas a história deles não deve ser descartada, pelo menos uma composição guardada em um museu aí em SP. Afinal representaram uma época vindoura da indústria ferroviária nacional, numa das maiores compras de trens-unidade elétricos que o Brasil presenciou.

    Sobre a vinda pra Supervia, dizem que isso foi confirmado em reunião da empresa com usuários do sistema, onde ela deve adquirir estas unidades em troca de fazer a modernização nos Santa Matilde Série 8000 e talvez os Cobrasma/ADtranz Série 9000, assim aposentando-os. Basicamente o que pressuponho que ela deve fazer é modernizar os 5000 com ar-condicionado e igualar os mesmos a tecnologia de sistemas elétricos e de tração utilizados nos 900 de AC outrora reformados pela IESA, o que baratearia custos de manutenção e teoricamente "padronizaria" a frota da empresa.

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  10. Algumas correções se me permite:

    Os trens nacionais foram produzidos na Cobrasma de Sumaré, atual Maxion. As primeiras unidades chegaram em outubro de 1978.
    O trem que percorria o trecho Luz Carapicuiba, não era expresso e sim um serviço para aproximar as duas então estatais: RFFSA e Fepasa. Era a interpenetração que no seu projeto previa que os trens da Fepasa chegassem a Mogi das Cruzes e Região do ABC, isto porque a Fepasa recebeu os trens e não tinha linhas em bitola larga para utiliza los. A bitola larga ia somente até Carapicuiba.
    Foram comprados 150TUES para substituir os Toshibas, sendo 50 Eletrocarros e 100 CCTU (de 3 carros cada um).
    Os acidente foram "normais". O que acontece é que o 5000 é muito fraco. O Toshiba cortou uma carrega no meio com uma locomotiva de manobras em cima e não sobre baixa e o 5000 se arrebentou com uma carreta baú em Jandira. O acidente de Barra Funda, o maquinista não obedeceu o permissivo de Agua Branca vindo a colidir com o trem que aguardava sinal para atravessar para a VS1 e seguir para a Estação Luz.

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  11. Fantástica a foto do fepasão na Luz. Mas acho que ele terá mais alguns anos de vida útil aqui em São Paulo. Belíssima matéria, parabéns.

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  12. Não pude deixar de ler essa postagem por inteira. Na minha opinião a CPTM não soube aproveitar o que a Fepasa deixou, o serie 4800 e 5000, os toshibas estao em salvador agora e sao 3 unidades, o resto que a CPTM tinha foi SUCATEADO. Ta certo que sao trens ultrapassados da realidade de hoje, mas não custa fazer um esforço pra um trem que segurou firme na base com a Fepasa e CPTM. O toshiba ja foi, infelizmente os francorail irão tambem, e mais, acho que a CPTM deveria passar a serie 5000 inteira pra SuperVia do Rio de Janeiro, pois lá eles seriam usados com mais dignidade, a serie 700 (igual a serie 1700)ja ganhou ar condicionado, uma pintura da coca-cola. Francorail vai deixar saudades

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  13. Opa tudo bem ? Meu nome é Kléber Pires tenho 20 anos Eu tambem nasci e cresci andando no Francorail serie 5000 moro em jandira e desde que nasci em 1992, Vejo essas belas composições circulando todos os dias, Desde a faze com as faixas vermelhas da FEPASA ate as cores padrão da CPTM e padrão METROPOLITANO de cor azul.. Acabou virando parte de minha rotina basicamente da minha vida, Foi através deles esses saudosos e fabulosos Trems que pra minha tristeza estão chegando ao fim, Foi deles que dispertei desde piqueno uma paixão por ferrovia meu pai sempre me levava pra passear nesses Trems indo para o centro de SP.
    Sou amante da ferrovia desde minha infância, e desde criança sonho em ser MAQUINISTA na CPTM devido ao Francorail meu sonho é entrar naquela cabine e bota aquele trem pra anda serviu como inspiração pra mim, Eu daria minha vida se um dia eu pudesse realiza isso maquina esse belo trem .
    Porque meu Pai mesmo tambem ja foi maquinista da FEPASA e dos lendarios Samurais Tues Toshiba serie 4800 por volta de 1976 a 1979 antes do serie 5000.
    Ja que sonho desde minha infancia maquina esse Trem Pra minha tristeza eles estão chegando ao fim e logo quando eu estava numa faze de realiza esse meu sonho e cumpri a PROMESSA que fiz pro meu pai a CPTM vai aposenta meu Fiel amigo Francorail
    mas de uma coisa eu sei se a SUPERVIA adiquiri esses trems eu esqueço SÃO PAULO e me mudo pra RJ pra pode fika perto do MEU TREM.

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  14. Se um dia isso acontecer da Supervia comprar as frotas Francorail 5000, eu posso ser contatado?
    Sou um grandíssimo fã desde quando viajei pela primeira vez em 1989(tendo eu até 2 anos de idade).
    Eu desejo me despedir desta frota quando ela almenos estiver pronta para ser transferida, acho que seria capaz de chorar de emoção...
    Pesso a vocês este apelo, por favor respondam no meu e-mail.

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  15. Uma correção, houve estatização, e não privatização.
    A situação das composições UI5000, estão na situação que estão devido ao VANDALISMO. Não há uma janela, uma porta, um vidro, um assento se quer, que não esteja rabiscado, queimado com isqueiro, quebrado, etc. Várias portas de aço que ligam os vagões estão perfurados, creio que, por armas de fogo ou objeto muito rígido. É inacreditável, lamentável como estes trens sofreram nas mãos de certos usuários. Qual será o prazer de um ser humano em destruir, algo que é de uso de todos?

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  16. olha para mim eles podem até eternizar este trem, mas se a cptm comprar trens de 12 carros para linha 8 seria ótimo

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  17. thiago venzke martins eu achoque mesmo com esses trens novos a cptm não deveria tirar esses trens da serie 5000 da circulação deveria de continua deixando eles rodarem atê porque eles dão conta do recado e o que chama a atenção ê que eles circulam com 12 carros são muito melhor do que esses trens modernos da serie 7000 8000 e 9000 mil porque esses trens modernos dimninuiu a quantiedade de carros so estão vindo com 8 carros ou seja vindo fantando 4 carros alem disso diminuiu a quantiedade de lugares por que nos da serie 5000 tem 736 lugares nos trens ja novos da serie 7000 da serie 8000 e da serie 9000 tem apenas 328 lugares prejudicando os usuarios da s estaçoês de osasco carapicuiba e de barueri e ainda eles resolveram juntar os trens da serie 2070 ao 2090 e os da serie 3000 emgatando os trens de 4 carros 1 de 4 carros no outro ou seja ficar igual os do da serie 7000 8000 e da serie 9000 então esse deveria dexar com 4 mesmo se foce com 12 compemsaria mas para por com 8 êra melhor dixar com 4 mesmo nesse de 8 carros dependendo do lugar que o usuario esta na estação tem que correr para alcancar porque não para na plataforma toda para na metade da plataforma os da serie 7000 e ruim ja os da serie 8000 e 9000 a unica coisa que e boa só e que da para passar de um vagão para o outro sem ter que precisar descer na estação mas vamos ver se mais para frente eles coloquem mais trens novos com 12 carros igual os da serie 5000 mil ja tambem os trens da serie 2100 e os da serie 3000 quando chegaram antes tambem dava para passar de 1 vagão para o outro cem ter que descer na estação ai agora eles trancaram as portas do salão de 1 vagão para o outro agora para passar de 1 vagão para o otro tem que descer na estação seguida bom vamos ver daqui para frente como vai ficar isso

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  18. Matéria boa!
    Mas por uma questão de cultura e educação, a cptm deveria conservar um carro motor desse tue 5000 em um museu, pose ser o do imigrande, de Jundiái ou de Campos do Jordão. Mas como tuefã não posso ficar calado diante nessa notícia. Muitos trens já se perderam e agora querem nos tirar o 5000. Nesse país só se fala em futebol, mas trem, transporte que nada mais é do que cultura, educação e história. Tudo isso passa longe. Mais um exemplo que como vivemos em um país injusto!

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  19. Detesto estes trens novos da CAF. Foram feitos para anões. Conforto zero pra quem é alto como eu ou gordo. No quesito espaço, preferia mil vezes o finado 5000. Enfim RIP!

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  20. Mesmo sem ar condicionado ele dava surra nestes 8000 em conforto, era mais seguro que os CAFs. 80 a 90km/h com 12 vagões em domingos nas estações da Presidente Altino a Barra Funda era mesmo só o Francorail mesmo!!

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  21. Belíssimo trabalho desse blog, uma agradável para quem ama tudo o que se refere a ferrovia.
    Uma contribuição: Os trens da Cobrasma inicialmente faziam o percurso de Julio Prestes até Carapicuiba, após mais ou menos 4 anos, por volta de 1984, passaram a ir da estação Julio Prestes até Barueri e depois de pouco tempo, acho que 1 ano, passaram a ir até Itapevi.
    O trem que ia para a estação da Luz, os chamados trens quadrados por causa do modelo, sempre saiam de Carapicuiba, mesmo com os trens da Cobrasma já rodandado desde Julio Prestes até Itapevi os trens que iam para a Luz sempre saiam de Carapicuiba, não sei o motivo.
    No início, de Carapicuiba até Amador Bueno eram as composições Japonesas, os Toshibas, que faziam esse percurso.

    Abs

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  22. só corrigindo... Segundo jornais da época, foram 100 trens de 6 carros, e 50 trens de 6 carros da série UI9500 (eletrocarro), pelo menos foi isso que eu li numa reportagem da folha sobre os subúrbios da fepasa

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